É incrível a sensação de que os dias têm passado mais rápido do que o normal.
Não sei se é o tempo livre, que a cada dia fica mais curto, se é o acúmulo de coisas que gostaria de fazer ao mesmo tempo… Eu e minha tendência, pra não dizer mania, de sempre me auto analisar, de me auto criticar… Talvez um dia eu aprenda a lidar com o maldito tempo, talvez não, talvez a forma com que tenho escolhido viver não tem nada a ver com o tempo… Talvez.
Só sei que o tempo é honesto com ele mesmo… sem falhar, sem pensar nas conseqüências do seu unico ato – que é caminhar sem parar… e eu?
Você já sentiu vivendo numa “reprise”? Ou quem sabe como se estivesse assistindo um puta filme longo e super chato? As vezes me pergunto se essa sensação constante serve também para que eu sempre busque algo diferente… ou não.
Como é ver, pergunto porque com certeza isso não é exclusividade minha, muitas vezes o suor, esforço ou qualquer palavra que defina o que estou falando, ser atirado pelo ralo?!
Será que realmente escolho como devo passar as 24 horas do meu dia? Ou melhor, será que essas 24 horas são minhas? Claro! São dadas a mim assim como a qualquer outro ser vivente… Opa! Falei em ser vivente? Talvez seja esse o meu problema, não sou mais um ser vivente… Talvez a imagem que mais se aproxime do meu estado seja de algum zumbi de George Romero… Mas os zumbis mesmo com seu andar desajeitado ainda vão atrás dos seus miolos…
Acho que estou precisando mesmo é de umas boas férias…










bleh!