Estranho… fiz 28 anos e me senti com 18

Written by Perna

Topics: Nós e o Bebê, amigos, histórias, n.d.a.

Antes que a tiração de sarro comece quero dizer que me senti com 18 anos não por achar que estou com um belo rostinho, com a forma física de dar inveja ou algo do tipo, mas porque retornou em minha mente várias lembranças daquela época… putz já fazem 10 anos que muita coisa boa e ruim aconteceu, muitas dúvidas, desejos e ansiedade pelo que viria… bullshit!!! Como disse pra Dani na festa, não consigo viver de acordo com o Cronos.

Sim festa, fizeram uma festa surpresa pra mim no dia 15… Muito rock n’ roll e bluzera comandados, por alguns instantes, pelo Bart e o Fernando, cerveja gelada e muito papo bom… pootakeopariu como eu adoro esse povo :D .

Poizé, Bart, esse maldito que vai deixar saudade pois está indo pra nova Zelândia no próximo mês receber vários pontos de habilidade para se tornar um Apha-Guru-Blaster-Master-Fucking-Nerd em seu doutorado… o que me consola é saber que se 10 anos voam, imagina 2.

Fernando, que me convidou para uma nova empreitada na área de programação, que confesso estar cansado de irritado por não ter feito nada de útil até hoje, que pode render uma chance de se ganhar expêriencia na área… espero que minha inconstância em linguagens de programação dê uma acalmada… não consigo ficar apenas no aprendizado de uma só linguagem, o que acaba me trazendo como resultado apenas o conhecimento básico, bem básico mesmo, sobre elas.

Taty, que com seu zelo em organizar festas e sua barriga que cresce a cada dia, encheu a casa da Dani de Digimons, Homens-Aranhas, Palhaços, para festa surpresa que foi regada também de lanches naturais, outros nem tanto, e bolo pra galera. Não se sabe ainda o porquê mas descobrimos que quando eu chego perto dela ou coloco a mão na barriga o bebê começa a se agitar e mexe muito… no próximo mês já vai dar pra ver o sexo… não consigo disfarçar minha ansiedade em saber se virá a Sofia ou um rapazinho que ainda não tenho idéia do nome.

Dúvidas continuam me cercando, sonhos insistem em brotar e minha hiperatividade continua cada dia maior, chego aos 28 anos sem saber em que tipo de ser me tornei ou em que me tornarei daqui a mais 28 anos…

Mas embora alguns digam que isso é importante, baseados em exemplos próprios de uma vida “robotizada”, tento lembrar sempre da música de Raul Seixas que diz o que eu prefiro ser: “Uma Metamorfose Ambulante”…

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