Essa semana deu medo, muito medo.
Na segunda-feira a noite a Tati deu um grito de dentro do banheiro: “Rogério !” -Fui ver o que estava acontecendo e ela reclamou de um sangramento que apareceu do nada acompanhada de uma enxaqueca muito forte… Pegamos o telefone do obstetra que instruiu ela a tomar dipirona ou um tylenol e caso o sangramento, que era muitissimo pouco, voltasse era pra ela ir pro hospital.
Na terça-feira, ela me liga chorando dizendo que o sangramento tinha voltado e que ela estava na Santa Casa, só que eu precisaria tirar ela de lá e levar para o Hospital Materno Infantil… Confesso que na minha mente veio um grande do desespero que externamente aprendi conforme os anos foram se passando a não demonstrar.
Chegamos ao Materno Infantil e fomos muito bem atendidos, desde a recepção até a consulta médica, coisa difícil de se acreditar pelo modo que anda a saúde pública no Brasil.
No resumo da ópera, a Tati precisou fazer um ultra-som que mostrou estar tudo bem com a criança, alías ela continua no puro Rock n’ Roll, todo agitado lá dentro
.
O Obstetra atestou alguns dias de repouso pra ela adicionado de algumas proibições que eu tenho vigiado para que se cumpram todas
.
Hoje ela está bem, mas não pronta pra outra, descançando, barriguinha crescendo, as vezes com alguns dengos próprios de mulher grávida.
Mas fico pensando nesses momentos e imagino que quando as pessoas mais experientes dizem que acabou o sossego já começo a entender o porquê dessas palavras… e essa fase mal começou. Mas o que me anima também é que as pessoas também dizem que é uma experiência sem igual, que vale muito a pena e só traz coisas boas pra gente, ou seja, existem muito mais prós do que contras e estou fazendo o melhor para poder aproveitar cada um deles.










This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.